Briefing de orientação Gabão

Para preparar uma missão ou um novo cargo: o essencial do contexto, região a região. Este briefing não substitui o briefing de segurança da sua organização à chegada.

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Visão geral

Nível de alertaSem restrição geral de viagemConselhos oficiais atualizados em 10 de dezembro de 2025 (FCDO)

2vagas abertas

1organizações a recrutar

0eventos violentos em 3 meses

Capital: Libreville · Região: África Central

Para preparar uma missão ou um novo cargo: o essencial do contexto, região a região. Este briefing não substitui o briefing de segurança da sua organização à chegada.

O país na sua região
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Situação sociopolítica e económica

História e contexto

O Gabão, país de população esparsa conhecido pelas suas densas florestas tropicais e pelas vastas reservas de petróleo, é um dos países mais prósperos e estáveis da África Central. Estão representados cerca de 40 grupos étnicos, sendo o maior o dos Fang, que ocupa o terço norte do Gabão e se estende para norte, até à Guiné Equatorial e aos Camarões. A partir do início do século XIV aproximadamente, surgiram diversos reinos no território do atual Gabão e nas regiões circundantes, incluindo os Reinos de Loango e de Orungu. Como a maioria das primeiras línguas bantas faladas nesses reinos não tinha forma escrita, grande parte da história antiga do Gabão perdeu-se com o tempo. Os comerciantes portugueses que chegaram em meados do século XV deram à região o nome de Gabão. Nessa altura, as redes comerciais indígenas começaram a relacionar-se com os comerciantes europeus, trocando bens como marfim e madeira. Durante um século, a partir da década de 1760, o comércio passou a centrar-se sobretudo em pessoas escravizadas. Embora muitos grupos do Gabão tenham participado no tráfico de escravos, os Fang constituíram uma exceção notável. Com o declínio do tráfico de escravos no final do século XIX, a França colonizou o país e promoveu uma extração generalizada dos recursos gaboneses. A retórica anticolonial das elites instruídas gabonesas aumentou significativamente no início do século XX, mas não se chegou a concretizar nenhuma rebelião generalizada. A descolonização francesa após a Segunda Guerra Mundial conduziu à independência do país em 1960.

No prazo de um ano após a independência, o governo passou de um sistema parlamentar para um sistema presidencialista, e Léon M'BA venceu a primeira eleição presidencial, em 1961. El Hadj Omar BONGO Ondimba era vice-presidente de M'BA e assumiu a presidência após a morte deste, em 1967. BONGO dominou a cena política do país durante quatro décadas (1967-2009). Em 1968, declarou o Gabão um Estado de partido único e criou o Partido Democrático Gabonês (PDG), que continua a ser dominante. No início da década de 1990, restabeleceu um sistema multipartidário ao abrigo de uma nova Constituição, em resposta à crescente oposição política. Foi reeleito com margens amplas em 1995, 1998, 2002 e 2005, perante uma oposição dividida e em meio a alegações de fraude. Após a morte de BONGO, em 2009, uma nova eleição levou ao poder o seu filho, Ali BONGO Ondimba, que foi reeleito em 2016. Venceu um terceiro mandato nas eleições de agosto de 2023, mas foi derrubado por um golpe militar poucos dias depois. O General Brice OLIGUI Nguema liderou um grupo militar denominado Comité para a Transição e Restauração das Instituições, que deteve BONGO, anulou os resultados eleitorais e dissolveu as instituições do Estado. Em setembro de 2023, OLIGUI tomou posse como presidente de transição do Gabão.

Regime político

república presidencialista

Situação política

Tradução em curso: texto oficial em inglês.

Presidential elections will be held on 12 April, 2025, in Gabon. We do not expect significant disruption, however British Nationals should continue to exercise vigilance in crowded areas and near polling stations, and avoid rallies.

Protests and unrest can occur without warning and the situation could change quickly. During periods of unrest, police checks may increase. Make sure you have all required documentation with you and avoid large gatherings.

Borders have reopened following the military takeover in August 2023, but some disruption may happen. Contact your travel provider for more information and follow instructions from local authorities.

You should:

  • follow the advice of the local authorities and your travel provider
  • monitor local media and follow any curfew restrictions
  • remain vigilant and stay indoors where possible
  • avoid protests or large gatherings and any military activity
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Grupos étnicos, línguas, religiões

Grupos étnicos

Fang 23,5%, Shira-Punu'Vii 20,6%, Nzabi-Duma 11,2%, Mbede-Teke 5,6%, Myene 4,4%, Kota-Kele 4,3%, Okande-Tsogho 1,6%, outros 12,6%, estrangeiros 16,2% (est. 2021)

Línguas

francês (oficial), Fang, Myene, Nzebi, Bapounou/Eschira, Bandjabi

Religiões

protestantes 46,4% (Igreja do Reavivamento 37%, outros protestantes 9,4%), católicos romanos 29,8%, outros cristãos 4%, muçulmanos 10,8%, tradicionais/animistas 1,1%, outras 0,9%, nenhuma 7% (est. 2019-2021)

Perfis de país: The World Factbook (CIA), domínio público, última edição (2025-2026); tradução da Humanitaires Jobs.

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Economia e sociedade

Panorama económico

economia da África Central rica em recursos naturais, de rendimento médio-alto; forte dependência das exportações de petróleo e minerais; população altamente urbanizada; elevados níveis de pobreza e desemprego; incerteza quanto ao progresso das reformas institucionais e de desenvolvimento após o golpe militar de 2023

2,6 MPopulação2025

92,1 %População urbana2025

US$ 8.263PIB por habitante2025

2,5 %Crescimento do PIB2025

1,8 %Inflação2025

3,8 %Pobreza extrema (linha internacional)2017

20,2 %Desemprego2025

88,9 %Alfabetização de adultos2021

68,7 %Utilizadores de Internet2024

95,1 %Acesso à eletricidade2024

Refugiados e deslocados

166refugiados acolhidos2025

86requerentes de asilo2025

1.386refugiados e requerentes de asilo originários do país2025

Indicadores: Banco Mundial (CC BY 4.0); refugiados e deslocados: ACNUR, Refugee Data Finder. Último ano disponível para cada número.

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Portadores de armas

Forças armadas e de segurança

Forças Armadas Gabonesas (Force Armées Gabonaise ou FAG; também designadas por Forças Nacionais de Defesa e Segurança do Gabão ou des Forces Nationales de Défense et de Sécurité (FNDS) du Gabon): Exército, Marinha, Força Aérea, Aviação Ligeira, Corpo de Bombeiros; Gendarmaria Nacional do Gabão (GENA); Guarda Republicana (GR); Serviço de Saúde Militar; Engenharia Militar (2025)

Lista informativa, a completar com a análise de segurança da sua organização e dos fóruns de segurança das ONG.

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Avisos oficiais

Conselhos do Governo britânico (FCDO) aos viajantes. Algumas indicações destinam-se a cidadãos britânicos; siga sempre as da sua organização.

Tradução em curso: texto oficial em inglês.

Before you travel

No travel can be guaranteed safe. Read all the advice in this guide. You may also find it helpful to: 

Travel insurance

If you choose to travel, research your destinations and get appropriate travel insurance. Insurance should cover your itinerary, planned activities and expenses in an emergency.

About FCDO travel advice

The Foreign, Commonwealth & Development Office (FCDO) provides advice about risks of travel to help you make informed decisions. Find out more about FCDO travel advice.

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Segurança recente

Eventos de violência organizada registados pelo UCDP, julho – setembro de 2026.

Nenhum evento de violência organizada registado no país neste período.

EstuaireHaut-OgoouéMoyen-OgoouéNgouniéNyangaOgooué-IvindoOgooué-LoloOgooué-MaritimeWouleu-Ntem
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Segurança

Tradução em curso: texto oficial em inglês.

Terrorism

There is a high threat of terrorist attack globally affecting UK interests and British nationals, including from groups and individuals who view the UK and British nationals as targets. Stay aware of your surroundings at all times.    

UK Counter Terrorism Policing has information and advice on staying safe and what to do in the event of a terrorist attack. Find out how to reduce your risk from terrorism while abroad.

Terrorism in Gabon

Although there’s no recent history of terrorism in Gabon, attacks cannot be ruled out.  

Political situation

Presidential elections will be held on 12 April, 2025, in Gabon. We do not expect significant disruption, however British Nationals should continue to exercise vigilance in crowded areas and near polling stations, and avoid rallies.

Protests and unrest can occur without warning and the situation could change quickly. During periods of unrest, police checks may increase. Make sure you have all required documentation with you and avoid large gatherings.

Borders have reopened following the military takeover in August 2023, but some disruption may happen. Contact your travel provider for more information and follow instructions from local authorities.

You should:

  • follow the advice of the local authorities and your travel provider
  • monitor local media and follow any curfew restrictions
  • remain vigilant and stay indoors where possible
  • avoid protests or large gatherings and any military activity

Detention of tourists

Political and security tensions following the August 2023 military coup resulted in some tourists being held and questioned about their reasons for travelling to Gabon. Some individuals had their passports taken and were briefly prevented from leaving the country. While the situation has stabilised, current political and security sensitivities mean that the authorities may treat tourists with heightened scrutiny.

Protests

Protests in Gabon are not common but happen on occasion and may turn violent without warning. You should avoid all demonstrations and rallies and remain vigilant during periods of unrest.

Crime

There have been incidents of robbery, armed attacks and rape in Gabon.

You can take steps to reduce your risk and help protect your belongings, including:

  • avoiding remote areas, particularly after dark
  • being cautious on quiet or isolated beaches around Libreville, and avoiding them at night
  • not wearing expensive jewellery or carrying large amounts of cash
  • keeping smartphones and other electronic items out of sight
  • keeping car windows shut and doors locked

Taxis

Taxis in Gabonese cities operate like buses, picking up more passengers if there is room in the car. They often take indirect routes. There have been reports of violent assaults and robberies on taxi passengers. Use licensed taxis, and ask to book the taxi exclusively so it does not pick up other passengers. Check with your tour operator or travel provider if they have a taxi service you can use.

Carjacking

There have been reports of carjackings in Libreville. If you’re a victim of an attack, stay calm and surrender your valuables and your vehicle if asked. Do not resist.

To reduce your risk:  

  • check your route for any hazards or disruptions before you set off   
  • keep to main roads and park in well-lit areas
  • keep your doors locked and windows closed while driving, especially when stopped at junctions
  • avoid being stationary inside your vehicle for long periods
  • check your car is locked when you leave it
  • keep valuables out of sight, ideally in the boot
  • do not pick up strangers

Money and credit card fraud

Credit cards are not widely accepted except at hotels. Credit card fraud is common outside the major hotel chains. Be alert when paying by card and withdrawing cash from ATMs.

Laws and cultural differences

Personal ID

By law, you need to be able to show proof of your identity to the authorities if asked. Carry your passport and visa, or a certified copy of the photo and visa pages of your passport.

Illegal drugs and prison sentences

Possession of drugs is a serious offence and punishment can be severe, including a prison sentence.

Using cameras in secure areas

Photography of government and military buildings and airports is illegal and may lead to arrest.

LGBT+ travellers

Same-sex sexual activity is not illegal. There are no laws against discrimination on the grounds of sexual orientation. Gabon remains a conservative society and discrimination can be a problem for those open about their sexual identity. Same-sex marriage is not recognised in Gabon.

Read more advice for LGBT+ travellers.

Transport risks

Road travel  

If you are planning to drive in Gabon, see information on driving abroad.

You’ll need to have both the correct version of the international driving permit (IDP) and your UK driving licence with you in the car. 

Driving conditions in Gabon 

Road conditions in the centre of Libreville are generally good. Conditions in local inland areas are poor and driving can be hazardous. During the rainy season from October to mid-December and mid-February to May, many roads are passable only with a 4-wheel-drive vehicle. Avoid travelling by road at night as many roads are unlit.

Official checkpoints are common. Police will ask for your passport, driving licence and vehicle registration documents. See more information on drivers being stopped by police (in French). Your car should also have a:

  • first aid kit
  • fire extinguisher
  • catalytic converter
  • warning triangle
  • torch
  • set of wheel chocks

Air travel

British government employees do not use domestic flights run by Gabonese airline companies unless this is unavoidable.       

Sea travel

Pirates have carried out armed attacks on commercial shipping vessels in the Gulf of Guinea. Take extreme care when travelling in coastal waters.

If you’re travelling by sea, read about the regional risks at sea.

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Saúde

Indicadores de saúde

68,5anosEsperança de vida2024

32,6por 1 000 nados-vivosMortalidade de menores de 5 anos2024

233por 100 000 nados-vivosMortalidade materna2023

187por 1 000 pessoas em riscoPaludismo (novos casos)2024

0,52por 1 000 habitantesMédicos2022

88,6 %Acesso básico a água potável2024

Riscos sanitários e precauções (conselhos oficiais)

Tradução em curso: texto oficial em inglês.

Before you travel check that:

  • your destination can provide the healthcare you may need
  • you have appropriate travel insurance for local treatment or unexpected medical evacuation

This is particularly important if you have a health condition or are pregnant.

Emergency medical number

Call 117, 1300, 011760873 or 1333 and ask for an ambulance. Operators may only speak French.

These numbers are not always reliable. Emergency help can be limited.

Contact your insurance company quickly if you’re referred to a medical facility for treatment.

Vaccine recommendations and health risks

At least 8 weeks before your trip:

See what health risks you’ll face in Gabon, including:

  • yellow fever
  • malaria and dengue
  • Zika virus

HIV and AIDS 

The Joint United Nations Programme on HIV/AIDS (UNAIDS) estimates that around 44,000 adults aged 15 or over in Gabon are living with HIV; the prevalence percentage is estimated at 3.8% of the adult population compared with the prevalence percentage in adults in the UK of around 0.2%. You should take normal precautions to avoid exposure to HIV/AIDS.

Medication

The legal status and regulation of some medicines prescribed or bought in the UK can be different in other countries.

Read best practice when travelling with medicines on TravelHealthPro.

Healthcare in Gabon

Medical facilities are limited, particularly in rural areas. Make sure you have adequate travel health insurance and accessible funds to cover the cost of any medical treatment abroad and repatriation.

FCDO has a list of medical providers in Gabon where some staff will speak English.  

Travel and mental health

Read FCDO guidance on travel and mental health. There is also mental health guidance on TravelHealthPro.

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Entrada e vistos

Para outras nacionalidades:
  • Sem visto (9): África do Sul, Camarões, Chade, Congo, Guiné Equatorial, Marrocos, Maurício, República Centro-Africana, Tunísia
  • E-visto a pedir online antes da viagem (162): Afeganistão, Albânia, Alemanha, Angola, Arábia Saudita, Argélia, Argentina, Armênia, Austrália, Áustria, Azerbaijão, Bangladesh, Barbados, Barein, Bélgica, Benin, Bielorrússia, Bolívia, Bósnia e Herzegovina, Botsuana, Brasil, Bulgária, Burquina Faso, Burundi, Butão, Cabo Verde, Camboja, Canadá, Catar, Cazaquistão, Chile, China, Chipre, Colômbia, Comores, Coreia do Norte, Coreia do Sul, Costa do Marfim, Costa Rica, Croácia, Cuba, Dinamarca, Djibuti, Egito, El Salvador, Emirados Árabes Unidos, Equador, Eritreia, Eslováquia, Espanha, Essuatíni, Estados Unidos, Etiópia, Fiji, Filipinas, Finlândia, França, Gâmbia, Gana, Geórgia, Grécia, Guatemala, Guiana, Guiné, Guiné-Bissau, Haiti, Honduras, Hong Kong, Hungria, Iêmen, Ilhas Salomão, Índia, Indonésia, Irã, Iraque, Irlanda, Israel, Itália, Jamaica, Japão, Jordânia, Kosovo, Kuwait, Laos, Lesoto, Líbano, Libéria, Líbia, Luxemburgo, Macedônia do Norte, Madagascar, Malásia, Malaui, Maldivas, Mali, Mauritânia, México, Mianmar, Moçambique, Moldávia, Mongólia, Montenegro, Namíbia, Nepal, Nicarágua, Níger, Nigéria, Noruega, Nova Zelândia, Omã, Países Baixos, Palestina, Panamá, Papua-Nova Guiné, Paquistão, Paraguai, Peru, Polônia, Portugal, Quênia, Quirguistão, Quiribati, Reino Unido, República Democrática do Congo, República Dominicana, Romênia, Ruanda, Rússia, Samoa, São Tomé e Príncipe, Seicheles, Senegal, Serra Leoa, Sérvia, Singapura, Síria, Somália, Sri Lanka, Sudão, Sudão do Sul, Suécia, Suíça, Suriname, Tadjiquistão, Tailândia, Tanzânia, Tchéquia, Timor-Leste, Togo, Tonga, Trinidad e Tobago, Turcomenistão, Turquia, Ucrânia, Uganda, Uruguai, Uzbequistão, Vanuatu, Venezuela, Vietnã, Zâmbia, Zimbábue

Passport Index Data (passportindex.org), licença MIT. Indicativo, para uma estadia turística; confirme sempre junto da embaixada ou do consulado. (17 de fevereiro de 2026)

Visto de trabalho e autorização humanitária

  • Um visto de turista não permite trabalhar: a sua organização pede em geral um visto de trabalho ou de missão, com carta-convite e o registo da ONG junto das autoridades.
  • Demora muitas vezes várias semanas: tenha prontos passaporte válido pelo menos 6 meses, fotos, diplomas, contrato e certificado internacional de vacinação.
  • O pessoal das Nações Unidas viaja com o laissez-passer e um visto oficial pedido pela agência.
Requisitos de entrada detalhados (FCDO, para viajantes britânicos)

Tradução em curso: texto oficial em inglês.

This information is for people travelling on a full ‘British citizen’ passport from the UK. It is based on the UK government’s understanding of Gabon’s current rules for the most common types of travel.

The authorities in Gabon set and enforce entry rules. If you’re not sure how these requirements apply to you, contact the Gabon High Commission on 020 7823 9986 or email [email protected].

Passport validity requirements

Your passport must have an ‘expiry date’ that is at least 6 months after the date you arrive in Gabon.

Check with your travel provider that your passport and other travel documents meet requirements. Renew your passport if you need to.

You will be denied entry if you do not have a valid travel document or try to use a passport that has been reported lost or stolen.

Dual nationals

When returning to the UK, British citizens must carry a valid British passport or certificate of entitlement. See Dual citizenship.

Visa requirements

You must have a visa to enter Gabon.

Applying for a visa

You must apply for a visa before travelling. For more information on the visa application process, contact the Gabon High Commission in the UK on 020 7823 9986 or email [email protected].

The most reliable way to get a visa is through the High Commission in the UK.

For business travel, you must provide a letter of invitation from an individual or company in Gabon explaining the reason for your trip.

For tourist travel, you must provide a hotel booking or letter from your hotel confirming your stay.

Vaccine requirements

To enter Gabon, you must have a certificate to prove you’ve had a yellow fever vaccination.

For full details about medical entry requirements and recommended vaccinations, see TravelHealthPro’s Gabon guide.

Customs rules

There are strict rules about goods you can take into or out of Gabon. You must declare anything that may be prohibited or subject to tax or duty.

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Coordenação humanitária

Antes de chegar, inscreva-se junto das coordenações: partilham alertas, reuniões dos clusters e contactos úteis.

Clusters: saúde, nutrição, proteção, WASH (água, saneamento e higiene), segurança alimentar, abrigo, educação, logística, telecomunicações de emergência e CCCM. O OCHA publica as suas reuniões e contactos em cada país onde estão ativados.

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Os humanitários no terreno

Organizações a recrutar no país, segundo as vagas abertas no site:

ONU · 2

Ver as vagas GabãoFinanciamentos ↗Concursos ↗Formar-se em segurança no terreno

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Fichas por região

Violência dos últimos 3 meses, vagas de emprego e passagens dos conselhos oficiais que citam a região.

Estuaire

Nenhuma violência organizada registada no período.

Haut-Ogooué

Nenhuma violência organizada registada no período.

Moyen-Ogooué

Nenhuma violência organizada registada no período.

Ngounié

Nenhuma violência organizada registada no período.

Nyanga

Nenhuma violência organizada registada no período.

Ogooué-Ivindo

Nenhuma violência organizada registada no período.

Ogooué-Lolo

Nenhuma violência organizada registada no período.

Ogooué-Maritime

Nenhuma violência organizada registada no período.

Wouleu-Ntem

Nenhuma violência organizada registada no período.

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Lista de chegada

  1. Antes da partida: leia o plano de segurança do país e os procedimentos (SOP) da sua organização.
  2. Verifique o seu seguro de saúde, repatriamento e evacuação para este país, incluindo zonas de conflito.
  3. Vacinas e prevenção: febre-amarela, paludismo e outros riscos, com uma consulta do viajante.
  4. Documentos: passaporte válido pelo menos 6 meses, visto ou autorização, cópias em papel e digitais, fotos.
  5. À chegada: briefing com o ponto focal de segurança, registo dos seus contactos, lista de contactos de emergência.
  6. Comunicações: telefone local, rádio ou telefone satélite, indicativo de chamada e procedimento de check-in.
  7. Deslocações: regras de movimento, recolher obrigatório, zonas proibidas, autorizações de missão e comboios.
  8. Plano de contingência: pontos de encontro, hibernação, recolocação, evacuação e mochila de emergência pronta.
  9. Saúde no local: estruturas médicas de referência, kit de primeiros socorros, água potável.
  10. Cultura: vestuário, saudações, fotos (peça sempre autorização, evite locais sensíveis), relação com as autoridades.
  11. Coordenação: fórum de ONG, reuniões dos clusters, acesso humanitário e coordenação civil-militar.
  12. Bem-estar: descanso, gestão do stress, apoio psicossocial proposto pela sua organização.
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Fontes e aviso

Este briefing reúne informação pública para preparar uma missão. Não substitui a análise de segurança da sua organização, as instruções do seu ponto focal de segurança nem as autoridades do país.

  • Conselhos aos viajantes: FCDO, GOV.UK, contém informação do setor público publicada ao abrigo da Open Government Licence v3.0; tradução e paginação da Humanitaires Jobs, sem ligação ao Governo britânico.
  • Violência: UCDP Candidate Events Dataset v26.0.9, Universidade de Uppsala, licença CC BY 4.0; dados provisórios, números por país e região calculados pela Humanitaires Jobs.
  • Vistos: Passport Index Data, licença MIT.
  • Indicadores: Banco Mundial (CC BY 4.0); refugiados e deslocados: ACNUR, Refugee Data Finder. Último ano disponível para cada número.
  • Perfis de país: The World Factbook (CIA), domínio público, última edição (2025-2026); tradução da Humanitaires Jobs.