Briefing de orientação Guiné

Para preparar uma missão ou um novo cargo: o essencial do contexto, região a região. Este briefing não substitui o briefing de segurança da sua organização à chegada.

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Visão geral

Nível de alertaSem restrição geral de viagemConselhos oficiais atualizados em 12 de agosto de 2026 (FCDO)

5vagas abertas

4organizações a recrutar

0eventos violentos em 3 meses

Capital: Conakry · Região: África Ocidental

Para preparar uma missão ou um novo cargo: o essencial do contexto, região a região. Este briefing não substitui o briefing de segurança da sua organização à chegada.

O país na sua região
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Situação sociopolítica e económica

História e contexto

A profunda herança muçulmana da Guiné chegou através do vizinho Império Almorávida no século XI. Após o declínio dos Almorávidas, a Guiné existiu na periferia de vários reinos africanos, todos em competição pela dominância regional. No século XIII, o Império do Mali tomou o controlo da Guiné e encorajou a já crescente fé muçulmana. Após a queda dos impérios da África Ocidental, vários reinos mais pequenos controlaram a Guiné. No século XVIII, muçulmanos fulas estabeleceram um estado islâmico no centro da Guiné, que foi um dos primeiros exemplos de constituição escrita e de alternância de liderança. Os comerciantes europeus chegaram pela primeira vez no século XVI, e a França assegurou o domínio colonial no século XIX.

Em 1958, a Guiné alcançou a independência da França. Sékou Touré tornou-se o primeiro presidente da Guiné pós-independência; estabeleceu um regime ditatorial e governou até à sua morte, em 1984, após a qual o general Lansana Conté deu um golpe de Estado e tomou o governo. Também ele estabeleceu um regime autoritário e manipulou as eleições presidenciais até à sua morte, em 2008, altura em que o capitão Moussa Dadis Camará liderou um golpe militar, tomou o poder e suspendeu a constituição. Em 2009, Camará foi ferido numa tentativa de assassínio e foi exilado para o Burkina Faso. Em 2010 e 2013, respetivamente, o país realizou as suas primeiras eleições presidenciais e legislativas livres e justas. Alpha Condé venceu as eleições presidenciais de 2010 e de 2015, e o seu primeiro governo foi o primeiro governo totalmente civil da história da Guiné. Condé venceu um terceiro mandato em 2020, após uma alteração constitucional aos limites de mandatos. Em 2021, o coronel Mamady Doumbouya liderou outro golpe militar bem-sucedido, criando o Comité Nacional para a Reconciliação e o Desenvolvimento (CNRD), suspendendo a constituição e dissolvendo o governo e a assembleia legislativa. Doumbouya tomou posse como presidente de transição e nomeou Mohamed Beavogui como primeiro-ministro de transição. O Conselho Nacional de Transição (CNT), que atua como órgão legislativo da transição, foi formado em 2022 e é composto por membros nomeados que representam uma vasta parte da sociedade guineense.

Regime político

república presidencialista

Situação política

Tradução em curso: texto oficial em inglês.

While the political environment is currently stable, there is ongoing tension between the government and opposition parties.    

Protests linked to economic challenges, such as electricity shortages, occur from time to time. Tensions can rise quickly. Public gatherings and demonstrations can start with little or no warning and may turn violent. In the past, protestors have damaged public buildings, and there have been fatalities and injuries among protestors and bystanders. 

Stay away from demonstrations, especially near military installations, and monitor reliable, local and international media for updates. If you see crowds forming or signs of unrest, move promptly to a safe location.

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Grupos étnicos, línguas, religiões

Grupos étnicos

Fulas (Peuhl) 33,4%, Malinké 29,4%, Sosso 21,2%, Guerzé 7,8%, Kissi 6,2%, Toma 1,6%, outros/estrangeiros 0,4% (est. 2018)

Línguas

Francês (oficial), pular, maninka, sosso, outras línguas nativas

Religiões

Muçulmanos 85,2%, cristãos 13,4%, animistas 0,2%, sem religião 1,2% (est. 2018)

Perfis de país: The World Factbook (CIA), domínio público, última edição (2025-2026); tradução da Humanitaires Jobs.

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Economia e sociedade

Panorama económico

economia em crescimento, mas essencialmente agrária, da África Ocidental; setor mineiro importante; saldos orçamentais e da dívida a melhorar antes da COVID-19; economia cada vez mais vulnerável às alterações climáticas; melhorias lentas nas infraestruturas; lacunas de género em termos de riqueza e de capital humano

15,1 MPopulação2025

38,5 %População urbana2025

US$ 1.877PIB por habitante2025

7,4 %Crescimento do PIB2025

3,6 %Inflação2025

11,7 %Pobreza extrema (linha internacional)2018

5,2 %Desemprego2025

39,6 %Alfabetização de adultos2018

33,3 %Utilizadores de Internet2024

53,8 %Acesso à eletricidade2024

Refugiados e deslocados

2.154refugiados acolhidos2025

172requerentes de asilo2025

104.318refugiados e requerentes de asilo originários do país2025

Indicadores: Banco Mundial (CC BY 4.0); refugiados e deslocados: ACNUR, Refugee Data Finder. Último ano disponível para cada número.

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Portadores de armas

Forças armadas e de segurança

Forças Armadas Guineenses (Forces Armées Guinéennes): Exército, Força Aérea, Marinha, Gendarmaria NacionalMinistério da Segurança: Polícia Nacional (2025)

Lista informativa, a completar com a análise de segurança da sua organização e dos fóruns de segurança das ONG.

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Avisos oficiais

Conselhos do Governo britânico (FCDO) aos viajantes. Algumas indicações destinam-se a cidadãos britânicos; siga sempre as da sua organização.

Tradução em curso: texto oficial em inglês.

Before you travel

No travel can be guaranteed safe. Read all the advice in this guide. You may also find it helpful to: 

Travel insurance

If you choose to travel, research your destinations and get appropriate travel insurance. Insurance should cover your itinerary, planned activities and expenses in an emergency.

About FCDO travel advice

The Foreign, Commonwealth & Development Office (FCDO) provides advice about risks of travel to help you make informed decisions. Find out more about FCDO travel advice.

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Segurança recente

Eventos de violência organizada registados pelo UCDP, julho – setembro de 2026.

Nenhum evento de violência organizada registado no país neste período.

BeylaBoffaBokeConakryCoyahDabolaDalabaDinguirayeDubrékaFaranahForécariahFriaGaoualGuéckédouKankanKérouanéKindiaKissidougouKoubiaKoundaraKouroussaLabéLéloumaLolaMacentaMaliMamouMandianaNzérékoréPitaSiguiriTéliméléTouguéYomou
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Segurança

Tradução em curso: texto oficial em inglês.

Terrorism

There is a high threat of terrorist attack globally affecting UK interests and British nationals, including from groups and individuals who view the UK and British nationals as targets. Stay aware of your surroundings at all times.    

UK Counter Terrorism Policing has information and advice on staying safe and what to do in the event of a terrorist attack. Find out how to reduce your risk from terrorism while abroad.

Terrorism in Guinea

Terrorist attacks in Guinea cannot be ruled out.

Attacks could be indiscriminate including in places visited by foreigners. Stay aware of your surroundings, keep up to date with local media reports and follow the advice of local authorities. 

Political situation

While the political environment is currently stable, there is ongoing tension between the government and opposition parties.    

Protests linked to economic challenges, such as electricity shortages, occur from time to time. Tensions can rise quickly. Public gatherings and demonstrations can start with little or no warning and may turn violent. In the past, protestors have damaged public buildings, and there have been fatalities and injuries among protestors and bystanders. 

Stay away from demonstrations, especially near military installations, and monitor reliable, local and international media for updates. If you see crowds forming or signs of unrest, move promptly to a safe location.

Security situation

Border areas of Guinea are often tense with an increased military presence. Security has improved but things can still be tense, particularly at big events such as elections.

Crime

For assistance or to report a crime in Conakry, call the local police Commissaire on +224 622 86 94 71.  

Vehicle crime

Criminals posing as police or military, armed with military weapons, have robbed drivers and their passengers at gunpoint, particularly at night. Violent carjackings are a threat, especially in the outlying suburbs of Conakry. Reduce the risk of vehicle crime by:

  • getting security advice before travelling by road
  • travelling in convoy
  • using reputable travel operators and taxis, arranged in advance
  • keeping doors locked and windows closed while driving

There are occasional reports of hold-ups and armed robbery on the roads to:

  • Mamou
  • Faranah
  • Kissidougou
  • Guékédou
  • Macenta
  • N’zérékoré

If you plan to arrive in Conakry on a flight after dark, arrange your airport transfer before you travel.

Protecting yourself and your possessions

Break-ins are common, and burglars may be armed. There is also a high level of street crime – mugging, pickpocketing and bag-snatching. Take precautions by:

  • ensuring your accommodation is secure and has security guards
  • taking a pre-arranged taxi if you are changing money or visiting a bank
  • not wearing expensive-looking jewellery or watches and keeping mobiles out of sight
  • avoiding emptier parts of towns and cities
  • not walking alone at night

Scams and extortion

The British Embassy in Conakry is aware of police extorting cash from foreigners and Guineans.

Take particular care if you trade gold and diamonds. This trade attracts criminal gangs and can involve kidnapping and extortion. There are reports of trading scams involving diamonds, gold export and gold certification.

Detention

The criminal justice process in Guinea falls below international standards. If you are arrested or detained due process may not be followed and delays should be expected. Pre-trial detention is common and can last for many months.

Local prison conditions are harsh, often without regular food and water. The main prison in Conakry suffers from serious overcrowding.

Laws and cultural differences

Personal ID

Always carry photo ID such as a passport.

Illegal drugs

Do not become involved with illegal drugs of any kind. 

If you commit a drugs crime, you are likely to be prosecuted. There are heavy penalties for those convicted.

Using cameras in secure areas

Photography and filming in many areas is highly restricted. This includes:

  • military bases and checkpoints
  • the President’s residence and offices
  • police and gendarmerie HQs

It’s illegal to photograph or film anything of strategic value such as airports and bridges. Do not photograph military or police installations or government buildings, or you could be arrested.

Individuals may prefer not to be photographed. If in doubt, ask, or do not take pictures.

Money

Credit cards are not widely used in Guinea and obtaining hard currency is very difficult. There are a few ATMs in Conakry that accept foreign cards, but they give only small amounts of currency. They are also unreliable. Banks in Conakry accept international credit cards and exchange money.

Exchanging foreign currency on the street is illegal. Foreign nationals have been arrested and held in military custody for using unofficial money changers even for small amounts, including at the airport.

LGBT+ travellers

Same-sex sexual activity is illegal. Penalties range from 6 months to 3 years in prison and a fine of 500,000 to 1 million Guinean francs.

Same-sex relationships are not widely accepted or understood. Read more advice for LGBT+ travellers.

Precious stones

You need an export licence to take precious stones out of Guinea. Gem smuggling is illegal, and anyone convicted can expect a severe prison sentence. Local prison conditions are harsh.

Transport risks

Road travel

If you are planning to drive in Guinea, see information on driving abroad.

You’ll need to have both the 1949 version of the international driving permit (IDP) and your UK driving licence with you in the car. You cannot buy an IDP outside the UK, so get one before you travel.

Most major hotels and travel agencies offer cars for hire, with a driver if required.

Driving conditions

Road travel can be hazardous, especially during the rainy season from May to October. Roads, even within Conakry and other principal towns, can be flooded and become impassable.   

The standard of road maintenance is low. Many roads are unmetalled and have deep potholes as damage caused during the rainy season goes unrepaired.

Fuel is not always available at petrol stations. Carry an emergency supply on long journeys.

British Embassy staff avoid road travel outside the Conakry region at night. If staff choose to hire transport for personal journeys, they are encouraged to satisfy themselves in advance of the vehicle’s roadworthiness and the driver’s competence. The use of moto-taxis and shared taxis/tuk-tuks is not advised.

Buses and taxis

Taxis and long-distance buses are generally poorly maintained, overcrowded, and the drivers are often unqualified.

Roadblocks and checkpoints

Police and local militia maintain checkpoints across the country. They check vehicle and passenger documentation and baggage. Corruption and extortion are common at roadblocks. Occasionally, checkpoints can be a pretext for armed robbery.

The authorities may close the Guinea-Sierra Leone border at short notice.

Sea travel

There have been reports of piracy attacks against vessels in Guinean territorial waters.

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Saúde

Indicadores de saúde

60,9anosEsperança de vida2024

92,1por 1 000 nados-vivosMortalidade de menores de 5 anos2024

494por 100 000 nados-vivosMortalidade materna2023

286,1por 1 000 pessoas em riscoPaludismo (novos casos)2024

0,21por 1 000 habitantesMédicos2022

74,2 %Acesso básico a água potável2024

Riscos sanitários e precauções (conselhos oficiais)

Tradução em curso: texto oficial em inglês.

Before you travel check that:

  • your destination can provide the healthcare you may need
  • you have appropriate travel insurance for local treatment or unexpected medical evacuation

This is particularly important if you have a health condition or are pregnant.

Emergency medical numbers

In remote areas you will have to arrange local transport. In Conakry, call local clinics.

Clinique Pasteur: +224 621 35 01 01 or +224 664 26 98 53

International Clinic: +224 654 05 55 55 or +224 654 09 99 99

Clinique Ambroise Paré: +224 631 40 10 40

Hôpital de l’Amitié Sino-Guinéenne: +224 621 08 88 62

Contact your insurance company quickly if you’re referred to a medical facility for treatment.

Vaccine recommendations and health risks

At least 8 weeks before your trip:

See what health risks you’ll face in Guinea, including:

  • yellow fever
  • Zika virus
  • malaria and dengue
  • chikungunya

There are occasional outbreaks of Ebola in Guinea. The last one was in 2021. Cholera and malaria are also present in Guinea and have similar early symptoms to Ebola. You can read more information on Ebola and similar diseases.

Medication

There are some well-stocked pharmacies in Conakry but few outside the capital. Check that medicine is genuine.

The legal status and regulation of some medicines prescribed or bought in the UK can be different in other countries.

Read best practice when travelling with medicines on TravelHealthPro.

Healthcare in Guinea

Medical facilities are poor. Equipment is basic and often not sterile. Carry basic medical supplies and a first aid kit.

For serious medical treatment, medical evacuation to Europe is necessary. Make sure you have adequate travel health insurance and accessible funds to cover the cost of any medical treatment abroad and repatriation.

FCDO has a list of medical providers in Guinea where some staff will speak English. 

Travel and mental health

Read FCDO guidance on travel and mental health. There is also mental health guidance on TravelHealthPro.

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Entrada e vistos

Para outras nacionalidades:
  • Sem visto (21): Argélia, Benin, Burquina Faso, Cabo Verde, Costa do Marfim, Egito, Gâmbia, Gana, Guiné-Bissau, Libéria, Mali, Marrocos, Namíbia, Níger, Nigéria, Ruanda, Senegal, Serra Leoa, Singapura, Togo, Tunísia
  • Visto à chegada (1): Emirados Árabes Unidos
  • E-visto a pedir online antes da viagem (149): Afeganistão, África do Sul, Albânia, Alemanha, Angola, Arábia Saudita, Argentina, Armênia, Austrália, Áustria, Azerbaijão, Bangladesh, Barbados, Barein, Bélgica, Bielorrússia, Bolívia, Bósnia e Herzegovina, Botsuana, Brasil, Bulgária, Burundi, Butão, Camarões, Camboja, Canadá, Catar, Cazaquistão, Chade, Chile, China, Chipre, Colômbia, Comores, Congo, Coreia do Norte, Coreia do Sul, Costa Rica, Croácia, Cuba, Dinamarca, Djibuti, El Salvador, Equador, Eritreia, Eslováquia, Espanha, Essuatíni, Estados Unidos, Etiópia, Fiji, Filipinas, Finlândia, França, Gabão, Geórgia, Grécia, Guatemala, Guiana, Guiné Equatorial, Haiti, Honduras, Hong Kong, Hungria, Iêmen, Ilhas Salomão, Índia, Indonésia, Irã, Iraque, Irlanda, Israel, Itália, Jamaica, Japão, Jordânia, Kosovo, Kuwait, Laos, Lesoto, Líbano, Líbia, Luxemburgo, Macedônia do Norte, Madagascar, Malásia, Malaui, Maldivas, Maurício, Mauritânia, México, Mianmar, Moçambique, Moldávia, Mongólia, Montenegro, Nepal, Nicarágua, Noruega, Nova Zelândia, Omã, Países Baixos, Palestina, Panamá, Papua-Nova Guiné, Paquistão, Paraguai, Peru, Polônia, Portugal, Quênia, Quirguistão, Quiribati, Reino Unido, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, República Dominicana, Romênia, Rússia, Samoa, São Tomé e Príncipe, Seicheles, Sérvia, Síria, Somália, Sri Lanka, Sudão, Sudão do Sul, Suécia, Suíça, Suriname, Tadjiquistão, Tailândia, Tanzânia, Tchéquia, Timor-Leste, Tonga, Trinidad e Tobago, Turcomenistão, Turquia, Ucrânia, Uganda, Uruguai, Uzbequistão, Vanuatu, Venezuela, Vietnã, Zâmbia, Zimbábue

Passport Index Data (passportindex.org), licença MIT. Indicativo, para uma estadia turística; confirme sempre junto da embaixada ou do consulado. (17 de fevereiro de 2026)

Visto de trabalho e autorização humanitária

  • Um visto de turista não permite trabalhar: a sua organização pede em geral um visto de trabalho ou de missão, com carta-convite e o registo da ONG junto das autoridades.
  • Demora muitas vezes várias semanas: tenha prontos passaporte válido pelo menos 6 meses, fotos, diplomas, contrato e certificado internacional de vacinação.
  • O pessoal das Nações Unidas viaja com o laissez-passer e um visto oficial pedido pela agência.
Requisitos de entrada detalhados (FCDO, para viajantes britânicos)

Tradução em curso: texto oficial em inglês.

This information is for people travelling on a full ‘British citizen’ passport from the UK. It is based on the UK government’s understanding of Guinea’s current rules for the most common types of travel.

The authorities in Guinea set and enforce entry rules. If you’re not sure how these requirements apply to you, contact the Guinean Embassy in the UK.

Passport validity requirements

To enter Guinea, your passport must have an ‘expiry date’ at least 6 months after the date you arrive.

Check with your travel provider that your passport and other travel documents meet requirements. Renew your passport if you need to.

You will be denied entry if you do not have a valid travel document or try to use a passport that has been reported lost or stolen.

Dual nationals

When returning to the UK, British citizens must carry a valid British passport or certificate of entitlement. See Dual citizenship.

Visa requirements

You must have a visa to visit Guinea for up to 90 days. Make sure you apply for the correct visa – British nationals have been refused entry with the wrong one.

Applying for a visa

You can apply online for an e-visa for private and business travel. You must apply several days in advance and upload scanned documents, including a yellow fever vaccination certificate. When you arrive in Guinea, take your e-visa registration receipt to the entry checkpoint, where border officials will issue your visa.

Vaccine requirements

To enter Guinea, you must have a certificate to prove you’ve had a yellow fever vaccination if you’re coming from a country listed as a transmission risk.

For more details about medical entry requirements and recommended vaccinations, including yellow fever, see TravelHealthPro’s Guinea guide.

Customs rules

There are strict rules about goods you can take into or out of Guinea. You must declare anything that may be prohibited or subject to tax or duty.

Taking money into Guinea

There is no limit on cash you can bring into Guinea. When you leave, you cannot take more than 100,000 Guinean francs, or 5,000 US dollars or the equivalent in euros.   

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Coordenação humanitária

Antes de chegar, inscreva-se junto das coordenações: partilham alertas, reuniões dos clusters e contactos úteis.

Clusters: saúde, nutrição, proteção, WASH (água, saneamento e higiene), segurança alimentar, abrigo, educação, logística, telecomunicações de emergência e CCCM. O OCHA publica as suas reuniões e contactos em cada país onde estão ativados.

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Os humanitários no terreno

Organizações a recrutar no país, segundo as vagas abertas no site:

OIM · 2UNESCO · 1UNICEF · 1FHI 360 · 1

Ver as vagas GuinéFinanciamentos ↗Concursos ↗Formar-se em segurança no terreno

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Fichas por região

Violência dos últimos 3 meses, vagas de emprego e passagens dos conselhos oficiais que citam a região.

Beyla : 0 vagaBoffa : 0 vagaBoke : 0 vagaConakry : 2 vagasCoyah : 0 vagaDabola : 0 vagaDalaba : 0 vagaDinguiraye : 0 vagaDubréka : 0 vagaFaranah : 0 vagaForécariah : 0 vagaFria : 0 vagaGaoual : 0 vagaGuéckédou : 0 vagaKankan : 0 vagaKérouané : 0 vagaKindia : 0 vagaKissidougou : 0 vagaKoubia : 0 vagaKoundara : 0 vagaKouroussa : 0 vagaLabé : 0 vagaLélouma : 0 vagaLola : 0 vagaMacenta : 0 vagaMali : 0 vagaMamou : 0 vagaMandiana : 0 vagaNzérékoré : 0 vagaPita : 0 vagaSiguiri : 0 vagaTélimélé : 0 vagaTougué : 0 vagaYomou : 0 vaga
Vagas por região · Quanto mais escura a região, mais vagas abertas tem.

Conakry

Nenhuma violência organizada registada no período.

2 vagas →

Beyla

Nenhuma violência organizada registada no período.

Boffa

Nenhuma violência organizada registada no período.

Boke

Nenhuma violência organizada registada no período.

Coyah

Nenhuma violência organizada registada no período.

Dabola

Nenhuma violência organizada registada no período.

Dalaba

Nenhuma violência organizada registada no período.

Dinguiraye

Nenhuma violência organizada registada no período.

Dubréka

Nenhuma violência organizada registada no período.

Faranah

Nenhuma violência organizada registada no período.

Forécariah

Nenhuma violência organizada registada no período.

Fria

Nenhuma violência organizada registada no período.

Gaoual

Nenhuma violência organizada registada no período.

Guéckédou

Nenhuma violência organizada registada no período.

Kankan

Nenhuma violência organizada registada no período.

Kérouané

Nenhuma violência organizada registada no período.

Kindia

Nenhuma violência organizada registada no período.

Kissidougou

Nenhuma violência organizada registada no período.

Koubia

Nenhuma violência organizada registada no período.

Koundara

Nenhuma violência organizada registada no período.

Kouroussa

Nenhuma violência organizada registada no período.

Labé

Nenhuma violência organizada registada no período.

Lélouma

Nenhuma violência organizada registada no período.

Lola

Nenhuma violência organizada registada no período.

Macenta

Nenhuma violência organizada registada no período.

Mali

Nenhuma violência organizada registada no período.

Mamou

Nenhuma violência organizada registada no período.

Mandiana

Nenhuma violência organizada registada no período.

Nzérékoré

Nenhuma violência organizada registada no período.

Pita

Nenhuma violência organizada registada no período.

Siguiri

Nenhuma violência organizada registada no período.

Télimélé

Nenhuma violência organizada registada no período.

Tougué

Nenhuma violência organizada registada no período.

Yomou

Nenhuma violência organizada registada no período.

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Lista de chegada

  1. Antes da partida: leia o plano de segurança do país e os procedimentos (SOP) da sua organização.
  2. Verifique o seu seguro de saúde, repatriamento e evacuação para este país, incluindo zonas de conflito.
  3. Vacinas e prevenção: febre-amarela, paludismo e outros riscos, com uma consulta do viajante.
  4. Documentos: passaporte válido pelo menos 6 meses, visto ou autorização, cópias em papel e digitais, fotos.
  5. À chegada: briefing com o ponto focal de segurança, registo dos seus contactos, lista de contactos de emergência.
  6. Comunicações: telefone local, rádio ou telefone satélite, indicativo de chamada e procedimento de check-in.
  7. Deslocações: regras de movimento, recolher obrigatório, zonas proibidas, autorizações de missão e comboios.
  8. Plano de contingência: pontos de encontro, hibernação, recolocação, evacuação e mochila de emergência pronta.
  9. Saúde no local: estruturas médicas de referência, kit de primeiros socorros, água potável.
  10. Cultura: vestuário, saudações, fotos (peça sempre autorização, evite locais sensíveis), relação com as autoridades.
  11. Coordenação: fórum de ONG, reuniões dos clusters, acesso humanitário e coordenação civil-militar.
  12. Bem-estar: descanso, gestão do stress, apoio psicossocial proposto pela sua organização.
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Fontes e aviso

Este briefing reúne informação pública para preparar uma missão. Não substitui a análise de segurança da sua organização, as instruções do seu ponto focal de segurança nem as autoridades do país.

  • Conselhos aos viajantes: FCDO, GOV.UK, contém informação do setor público publicada ao abrigo da Open Government Licence v3.0; tradução e paginação da Humanitaires Jobs, sem ligação ao Governo britânico.
  • Violência: UCDP Candidate Events Dataset v26.0.9, Universidade de Uppsala, licença CC BY 4.0; dados provisórios, números por país e região calculados pela Humanitaires Jobs.
  • Vistos: Passport Index Data, licença MIT.
  • Indicadores: Banco Mundial (CC BY 4.0); refugiados e deslocados: ACNUR, Refugee Data Finder. Último ano disponível para cada número.
  • Perfis de país: The World Factbook (CIA), domínio público, última edição (2025-2026); tradução da Humanitaires Jobs.