Briefing de orientação Guiné-Bissau

Para preparar uma missão ou um novo cargo: o essencial do contexto, região a região. Este briefing não substitui o briefing de segurança da sua organização à chegada.

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Visão geral

Nível de alertaSem restrição geral de viagemConselhos oficiais atualizados em 10 de dezembro de 2025 (FCDO)

2vagas abertas

2organizações a recrutar

0eventos violentos em 3 meses

Capital: Bissau · Região: África Ocidental

Para preparar uma missão ou um novo cargo: o essencial do contexto, região a região. Este briefing não substitui o briefing de segurança da sua organização à chegada.

O país na sua região
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Situação sociopolítica e económica

História e contexto

Durante grande parte da sua história, a Guiné-Bissau esteve sob o controlo do Império do Mali e do Reino de Caabu. No século XVI, Portugal começou a estabelecer feitorias ao longo da costa da Guiné-Bissau. Inicialmente, os portugueses estavam restringidos à costa e às ilhas. No entanto, o comércio de escravos e de ouro era lucrativo para os líderes africanos locais, e os portugueses foram gradualmente capazes de expandir o seu poder e a sua influência para o interior. A partir do século XVIII, o Império do Mali e o Reino de Caabu desagregaram-se lentamente em entidades locais mais pequenas. No século XIX, Portugal tinha integrado totalmente a Guiné-Bissau no seu império.

Desde a independência, em 1974, a Guiné-Bissau tem passado por considerável agitação política e militar. Em 1980, um golpe militar instalou o General João Bernardo 'Nino' VIEIRA como presidente. O regime de VIEIRA suprimiu a oposição política e expurgou rivais políticos. Várias tentativas de golpe ao longo das décadas de 1980 e do início da década de 1990 falharam em afastá-lo, mas um motim militar e uma guerra civil em 1999 levaram à sua deposição. Em 2000, um governo de transição entregou o poder ao líder da oposição Kumba IALÁ. Em 2003, um golpe militar sem derramamento de sangue depôs IALÁ e instalou o empresário Henrique ROSA como presidente interino. Em 2005, VIEIRA foi reeleito, comprometendo-se a prosseguir o desenvolvimento económico e a reconciliação nacional; foi assassinado em 2009. Malam Bacai SANHÁ foi então eleito presidente, mas faleceu em 2012 devido a uma doença prolongada. Um golpe militar bloqueou a segunda volta da eleição para o substituir, mas, após a mediação da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), um governo civil de transição assumiu o poder. Em 2014, José Mário VAZ foi eleito presidente numa eleição livre e justa e, em 2019, tornou-se o primeiro presidente na história da Guiné-Bissau a cumprir um mandato completo. Umaro Sissoco EMBALÓ foi eleito presidente em 2019, mas só tomou posse em 2020, devido a uma prolongada contestação dos resultados eleitorais.

Regime político

república semipresidencial

Situação política

Tradução em curso: texto oficial em inglês.

Guinea-Bissau suffers from political instability. In the event of any political unrest follow the advice of local authorities and monitor local media for information. Stay alert to local developments and avoid sensitive areas like military installations and government buildings. Avoid demonstrations or large public gatherings.

If you have any doubts about the level of security in an area, stay at home or in your hotel.

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Grupos étnicos, línguas, religiões

Grupos étnicos

Balanta 30%, Fula 30%, Manjaco 14%, Mandinga 13%, Papel 7%, outros grupos étnicos de menor dimensão não especificados 6% (estimativa de 2015)

Línguas

Crioulo de base portuguesa, português (oficial; usado sobretudo como segunda ou terceira língua), pular (uma língua fula), mandinga

Religiões

Muçulmanos 46,1%, religiões tradicionais 30,6%, Cristãos 18,9%, outros ou sem afiliação religiosa 4,4% (estimativa de 2020)

Perfis de país: The World Factbook (CIA), domínio público, última edição (2025-2026); tradução da Humanitaires Jobs.

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Economia e sociedade

Panorama económico

economia da África Ocidental extremamente pobre; força de trabalho etnicamente diversificada; despesas públicas crescentes; ligeira inflação devido a perturbações no abastecimento alimentar; grande exportador de castanha de caju; instabilidades bancárias sistémicas e corrupção; vulnerável a choques nos preços do petróleo

2,2 MPopulação2025

46,7 %População urbana2025

US$ 1.124PIB por habitante2025

5,8 %Crescimento do PIB2025

0,9 %Inflação2025

39,9 %Pobreza extrema (linha internacional)2021

2,7 %Desemprego2025

63,9 %Alfabetização de adultos2022

29,8 %Utilizadores de Internet2024

43,7 %Acesso à eletricidade2024

Refugiados e deslocados

24refugiados acolhidos2025

30requerentes de asilo2025

3.155refugiados e requerentes de asilo originários do país2025

Indicadores: Banco Mundial (CC BY 4.0); refugiados e deslocados: ACNUR, Refugee Data Finder. Último ano disponível para cada número.

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Portadores de armas

Forças armadas e de segurança

Forças Armadas Revolucionárias do Povo (Forcas Armadas Revolucionarias do Povo ou FARP): Exército, Marinha, Força AéreaMinistério da Administração Interna: Guarda Nacional (uma força de gendarmaria), Polícia de Ordem Pública, Polícia de Fronteira, Polícia de Intervenção Rápida, Polícia Marítima (2025)

Lista informativa, a completar com a análise de segurança da sua organização e dos fóruns de segurança das ONG.

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Avisos oficiais

Conselhos do Governo britânico (FCDO) aos viajantes. Algumas indicações destinam-se a cidadãos britânicos; siga sempre as da sua organização.

Tradução em curso: texto oficial em inglês.

Before you travel 

No travel can be guaranteed safe. Read all the advice in this guide. You may also find it helpful to: 

Travel insurance 

If you choose to travel, research your destinations and get appropriate travel insurance. Insurance should cover your itinerary, planned activities and expenses in an emergency. 

About FCDO travel advice 

The Foreign, Commonwealth & Development Office (FCDO) provides advice about risks of travel to help you make informed decisions. Find out more about FCDO travel advice. 

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Segurança recente

Eventos de violência organizada registados pelo UCDP, julho – setembro de 2026.

Nenhum evento de violência organizada registado no país neste período.

BafatáBiomboBissauBolamaCacheuGabúOioQuinaraTombali
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Segurança

Tradução em curso: texto oficial em inglês.

Terrorism

There is a high threat of terrorist attack globally affecting UK interests and British nationals, including from groups and individuals who view the UK and British nationals as targets. Stay aware of your surroundings at all times.

UK Counter Terrorism Policing has information and advice on staying safe and what to do in the event of a terrorist attack. Find out how to reduce your risk from terrorism while abroad.

Terrorism in Guinea-Bissau

Although there is no recent history of terrorism in Guinea-Bissau, attacks cannot be ruled out. 

Attacks could be indiscriminate, including in places frequented by foreign nationals. Stay aware of your surroundings, keep up to date with local media reports and follow the advice of local authorities.

Political situation

Guinea-Bissau suffers from political instability. In the event of any political unrest follow the advice of local authorities and monitor local media for information. Stay alert to local developments and avoid sensitive areas like military installations and government buildings. Avoid demonstrations or large public gatherings.

If you have any doubts about the level of security in an area, stay at home or in your hotel.

Crime

Pickpocketing and bag and phone snatching are relatively common in the capital city, Bissau. Where possible, keep valuables such as phones hidden when out in public.

Be especially careful in remote areas where security forces have a limited presence.

Landmines

Landmines remain a risk in parts of the country, and demining operations continue. The national demining centre (CAAMI) declared Bissau free from landmines. Outside of Bissau, take local advice and stay on paved roads.

Laws and cultural differences

Personal ID

You must carry ID such as a passport or residence permit, particularly when driving or in a taxi. Police forces regularly ask for ID.

Illegal drugs and prison sentences

There are severe penalties for all drug offences. Local prison conditions are harsh.

LGBT+ travellers

Same-sex sexual relationships are not criminalised. However, Guinea-Bissau is a conservative society and same-sex couples showing affection in public may attract unwanted and negative attention.

Read more advice for LGBT+ travellers.

Money

Guinea-Bissau is a cash-based economy. Credit cards are rarely used and there are not many ATMs in the country. If you need to exchange foreign currency, use an official bureau de change.

Transport risks

Road travel

If you are planning to drive in Guinea-Bissau, see information on driving abroad.

You can use a UK photocard driving licence to drive in Guinea-Bissau for up to 3 months. If you still have a paper driving licence, you may need to update it to a photocard licence or get the correct version of the international driving permit (IDP) as well. You’ll also need a registration card number with you in the vehicle – your car hire firm should provide this.

It’s recommended you get local car insurance recognised by the Economic Community of West African States (ECOWAS) Brown Card scheme.

Hire car companies often have stricter requirements for their customers, such as a year of driving experience, a higher minimum age and holding an IDP.

Drink-driving is a serious offence in Guinea-Bissau. If you are tested and found to have any alcohol in your system, you may get a fine and a possible prison sentence.

Road conditions

Traffic is generally light but driving standards and road conditions, including in Bissau, are poor. Avoid road travel at night and take suitable precautions in the rainy season, which runs from June to October. Heavy rains can make road and driving conditions difficult.

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Saúde

Indicadores de saúde

64,3anosEsperança de vida2024

67,3por 1 000 nados-vivosMortalidade de menores de 5 anos2024

505por 100 000 nados-vivosMortalidade materna2023

110,1por 1 000 pessoas em riscoPaludismo (novos casos)2024

0,25por 1 000 habitantesMédicos2022

61,8 %Acesso básico a água potável2024

Riscos sanitários e precauções (conselhos oficiais)

Tradução em curso: texto oficial em inglês.

Before you travel check that:

  • your destination can provide the healthcare you may need
  • you have appropriate travel insurance for local treatment or unexpected medical evacuation

This is particularly important if you have a health condition or are pregnant.

Emergency medical number

Call 1313 and ask for an ambulance.

Contact your insurance company quickly if you’re referred to a medical facility for treatment.

Vaccine recommendations and health risks

At least 8 weeks before your trip:

See what health risks you’ll face in Guinea-Bissau, including:

  • dengue
  • Zika virus
  • yellow fever
  • schistosomiasis
  • malaria

HIV/AIDS

The United Nations International Children’s Emergency Fund’s report for 2022 estimated that 34,000 people (adults and children) in Guinea-Bissau were living with HIV. The prevalence percentage was estimated at around 2.4% of the adult population compared to the prevalence percentage in adults in the UK of around 0.2%. You should use normal precautions to avoid exposure to HIV/AIDS.

Medication

Pharmacies in Guinea-Bissau are limited and may sometimes lack supplies. Pharmacies will accept UK prescriptions and are the only place you can buy medicines. Pharmacies in Guinea-Bissau do not have accreditation with UK insurance companies, so speak to your insurance company beforehand if you need a refund.

The legal status and regulation of some medicines prescribed or bought in the UK can be different in other countries.

Read best practice when travelling with medicines on TravelHealthPro.

Healthcare in Guinea-Bissau

Medical facilities in Guinea-Bissau are extremely limited and hospitals are not fully operational. Make sure you have adequate travel health insurance and accessible funds to cover the cost of any medical treatment abroad and repatriation.

Travel and mental health

Read FCDO guidance on travel and mental health. There is also mental health guidance on TravelHealthPro.

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Entrada e vistos

Para outras nacionalidades:
  • Sem visto (14): Benin, Burquina Faso, Cabo Verde, Costa do Marfim, Gâmbia, Gana, Guiné, Libéria, Mali, Níger, Nigéria, Senegal, Serra Leoa, Togo
  • Visto à chegada (157): Afeganistão, África do Sul, Albânia, Alemanha, Angola, Arábia Saudita, Argélia, Argentina, Armênia, Austrália, Áustria, Azerbaijão, Bangladesh, Barbados, Barein, Bélgica, Bielorrússia, Bolívia, Bósnia e Herzegovina, Botsuana, Brasil, Bulgária, Burundi, Butão, Camarões, Camboja, Canadá, Catar, Cazaquistão, Chade, Chile, China, Chipre, Colômbia, Comores, Congo, Coreia do Norte, Coreia do Sul, Costa Rica, Croácia, Cuba, Dinamarca, Djibuti, Egito, El Salvador, Emirados Árabes Unidos, Equador, Eritreia, Eslováquia, Espanha, Essuatíni, Estados Unidos, Etiópia, Fiji, Filipinas, Finlândia, França, Gabão, Geórgia, Grécia, Guatemala, Guiana, Guiné Equatorial, Haiti, Honduras, Hong Kong, Hungria, Iêmen, Ilhas Salomão, Índia, Indonésia, Irã, Iraque, Irlanda, Israel, Itália, Jamaica, Japão, Jordânia, Kosovo, Kuwait, Laos, Lesoto, Líbano, Líbia, Luxemburgo, Macedônia do Norte, Madagascar, Malásia, Malaui, Maldivas, Marrocos, Maurício, Mauritânia, México, Mianmar, Moçambique, Moldávia, Mongólia, Montenegro, Namíbia, Nepal, Nicarágua, Noruega, Nova Zelândia, Omã, Países Baixos, Palestina, Panamá, Papua-Nova Guiné, Paquistão, Paraguai, Peru, Polônia, Portugal, Quênia, Quirguistão, Quiribati, Reino Unido, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, República Dominicana, Romênia, Ruanda, Rússia, Samoa, São Tomé e Príncipe, Seicheles, Sérvia, Singapura, Síria, Somália, Sri Lanka, Sudão, Sudão do Sul, Suécia, Suíça, Suriname, Tadjiquistão, Tailândia, Tanzânia, Tchéquia, Timor-Leste, Tonga, Trinidad e Tobago, Tunísia, Turcomenistão, Turquia, Ucrânia, Uganda, Uruguai, Uzbequistão, Vanuatu, Venezuela, Vietnã, Zâmbia, Zimbábue

Passport Index Data (passportindex.org), licença MIT. Indicativo, para uma estadia turística; confirme sempre junto da embaixada ou do consulado. (17 de fevereiro de 2026)

Visto de trabalho e autorização humanitária

  • Um visto de turista não permite trabalhar: a sua organização pede em geral um visto de trabalho ou de missão, com carta-convite e o registo da ONG junto das autoridades.
  • Demora muitas vezes várias semanas: tenha prontos passaporte válido pelo menos 6 meses, fotos, diplomas, contrato e certificado internacional de vacinação.
  • O pessoal das Nações Unidas viaja com o laissez-passer e um visto oficial pedido pela agência.
Requisitos de entrada detalhados (FCDO, para viajantes britânicos)

Tradução em curso: texto oficial em inglês.

This information is for people travelling on a full ‘British citizen’ passport from the UK. It is based on the UK government’s understanding of Guinea-Bissau’s current rules for the most common types of travel. 

The authorities in Guinea-Bissau set and enforce entry rules. If you’re not sure how these requirements apply to you, contact the Guinea-Bissau Embassy in Paris, France:

94 Rue St Lazare, 75009 Paris
Email: [email protected]
Telephone: +33 (0)1 48 74 36 39 or +33 (0)1 48 78 36 69

Passport validity requirements

To enter Guinea-Bissau, your passport must have an ‘expiry date’ at least 6 months after the date you arrive.

Check with your travel provider that your passport and other travel documents meet requirements. Renew your passport if you need to.

You will be denied entry if you do not have a valid travel document or try to use a passport that has been reported lost or stolen.

Dual nationals

When returning to the UK, British citizens must carry a valid British passport or certificate of entitlement. See Dual citizenship.

Visa requirements

You must have a visa to visit Guinea-Bissau.

Applying for a visa

Contact the Guinea-Bissau Embassy in Paris, France, for information on applying for a visa:

94 Rue St Lazare, 75009 Paris
Email: [email protected]
Telephone: +33 (0)1 48 74 36 39 or +33 (0)1 48 78 36 69

Guinea-Bissau also has embassies in neighbouring countries, including Senegal, where you may be able to get a visa.

Vaccine requirements

To enter Guinea-Bissau, you must have a certificate to prove you’ve had a yellow fever vaccination.

For more details about medical entry requirements and recommended vaccinations, see TravelHealthPro’s Guinea-Bissau guide.

Customs rules

There are strict rules about goods you can take into or out of Guinea-Bissau. You must declare anything that may be prohibited or subject to tax or duty.

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Coordenação humanitária

Antes de chegar, inscreva-se junto das coordenações: partilham alertas, reuniões dos clusters e contactos úteis.

Clusters: saúde, nutrição, proteção, WASH (água, saneamento e higiene), segurança alimentar, abrigo, educação, logística, telecomunicações de emergência e CCCM. O OCHA publica as suas reuniões e contactos em cada país onde estão ativados.

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Os humanitários no terreno

Organizações a recrutar no país, segundo as vagas abertas no site:

UNESCO · 1UNICEF · 1

Ver as vagas Guiné-BissauFinanciamentos ↗Concursos ↗Formar-se em segurança no terreno

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Fichas por região

Violência dos últimos 3 meses, vagas de emprego e passagens dos conselhos oficiais que citam a região.

Bafatá : 0 vagaBiombo : 0 vagaBissau : 2 vagasBolama : 0 vagaCacheu : 0 vagaGabú : 0 vagaOio : 0 vagaQuinara : 0 vagaTombali : 0 vaga
Vagas por região · Quanto mais escura a região, mais vagas abertas tem.

Bissau

Nenhuma violência organizada registada no período.

2 vagas →

Bafatá

Nenhuma violência organizada registada no período.

Biombo

Nenhuma violência organizada registada no período.

Bolama

Nenhuma violência organizada registada no período.

Cacheu

Nenhuma violência organizada registada no período.

Gabú

Nenhuma violência organizada registada no período.

Oio

Nenhuma violência organizada registada no período.

Quinara

Nenhuma violência organizada registada no período.

Tombali

Nenhuma violência organizada registada no período.

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Lista de chegada

  1. Antes da partida: leia o plano de segurança do país e os procedimentos (SOP) da sua organização.
  2. Verifique o seu seguro de saúde, repatriamento e evacuação para este país, incluindo zonas de conflito.
  3. Vacinas e prevenção: febre-amarela, paludismo e outros riscos, com uma consulta do viajante.
  4. Documentos: passaporte válido pelo menos 6 meses, visto ou autorização, cópias em papel e digitais, fotos.
  5. À chegada: briefing com o ponto focal de segurança, registo dos seus contactos, lista de contactos de emergência.
  6. Comunicações: telefone local, rádio ou telefone satélite, indicativo de chamada e procedimento de check-in.
  7. Deslocações: regras de movimento, recolher obrigatório, zonas proibidas, autorizações de missão e comboios.
  8. Plano de contingência: pontos de encontro, hibernação, recolocação, evacuação e mochila de emergência pronta.
  9. Saúde no local: estruturas médicas de referência, kit de primeiros socorros, água potável.
  10. Cultura: vestuário, saudações, fotos (peça sempre autorização, evite locais sensíveis), relação com as autoridades.
  11. Coordenação: fórum de ONG, reuniões dos clusters, acesso humanitário e coordenação civil-militar.
  12. Bem-estar: descanso, gestão do stress, apoio psicossocial proposto pela sua organização.
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Fontes e aviso

Este briefing reúne informação pública para preparar uma missão. Não substitui a análise de segurança da sua organização, as instruções do seu ponto focal de segurança nem as autoridades do país.

  • Conselhos aos viajantes: FCDO, GOV.UK, contém informação do setor público publicada ao abrigo da Open Government Licence v3.0; tradução e paginação da Humanitaires Jobs, sem ligação ao Governo britânico.
  • Violência: UCDP Candidate Events Dataset v26.0.9, Universidade de Uppsala, licença CC BY 4.0; dados provisórios, números por país e região calculados pela Humanitaires Jobs.
  • Vistos: Passport Index Data, licença MIT.
  • Indicadores: Banco Mundial (CC BY 4.0); refugiados e deslocados: ACNUR, Refugee Data Finder. Último ano disponível para cada número.
  • Perfis de país: The World Factbook (CIA), domínio público, última edição (2025-2026); tradução da Humanitaires Jobs.